Sesttran e Polícias Civil e Militar deflagram “Operação Rio Cachoeira”com foco no combate ao tráfico de drogas

04/10/2019 | Assessoria de Comunicação

Na manhã desta quinta-feira (03), aSecretaria de Segurança, Transporte e Trânsito – Sesttran, 15º Batalhão de Polícia Militar de Itabuna e a 5ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior- Coorpindeflagraram a “Operação Rio Cachoeira”, voltada ao combate do tráfico e uso de drogas na Avenida Beira-Rio e adjacências.

A ação contou com a Coordenação geral integrada entre o titular da Sesttran, Ten Cel PM Valci Góis Serpa, o Comandante do 15º BPM Ten Cel PM Sandro Crispim Ferreira Lopes e do Coordenador da 5ª Coorpin Delegado André Aragão e a participação do Comandante da Guarda Civil Municipal GCM Ricardo Delmondes, Diretor de Trânsito Benilson Messias, Subsecretário Alecsandro Leal (Sesttran), além de Guardas Municipais, Agentes de Trânsito e de Fiscalização de Transportes, policiais civis e militares e o apoio da Base Móvel da GCM. Foram conduzidos 22 suspeitos ao Complexo Policial de Itabuna, entre eles um homicida com mandado de prisão em aberto, expedido pela Delegacia de Ipiaú/BA e alguns, com passagem pela polícia. Foram apreendidos aproximadamente: R$ 270,00, 04 trouxas de maconha, 65 pedras de crack, 04 aparelhos celulares e 02 cachimbos de crack. Também foram removidos veículos em situação irregular.

Segundo o titular da Sesttran, Valci Serpa “a operação deflagrada hoje foi respaldada em um trabalho de inteligência da Guarda Civil Municipal, realizado a partir do acompanhamento e análise das imagens do sistema de videomonitoramento local, que permitiu a identificação de suspeitos no envolvimento com o tráfico de drogas. O Secretário destacou ainda a atuação da GCM que vem realizando apreensões de drogas, armas e veículos roubados não só na Avenida Beira – Rio, uma das principais áreas públicas e de maior movimento do centro da cidade, bem como por todo o município e a importância da parceria com o 15º BPM e 5ª Coorpin, em ações como essa, de combate a criminalidade”, finaliza.

Rita Barros