Lançamento de projeto marca Dia do Meio Ambiente na Ceplac

03/06/2019 | Assessoria de Comunicação

O Dia Mundial do Meio Ambiente será comemorado em grande estilo no Sul da Bahia, com o lançamento do Projeto Biofitos de Plantas Medicinais. A solenidade será realizada na próxima quarta-feira (dia 5), no auditório do Centro de Pesquisa do Cacau (Cepec/Ceplac), na rodovia Jorge Amado, a partir das 15 horas.
A programação inclui uma mesa redonda com a participação de ambientalistas, agricultores, fitoterapeutas, estudantes e representantes de instituições públicas e particulares que discutirão dentre outros temas relacionados ao meio ambiente, o resgate e a conservação produtiva de plantas medicinais da cabruca.
O secretário de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente, Jorge Vasconcelos, confirmou presença no evento. Ele aproveitou para elogiar a iniciativa dos organizadores ao destacar a importância de se comemorar uma data significativa como o meio ambiente, “um tema hoje discutido mundialmente, e que envolve todos os ecossistemas e a vida humana na terra”. Pela sua importância, Jorge disse que a data merece destaque no calendário mundial, “e a Ceplac sabe disso, por isso a feliz iniciativa de promover esse evento”.

O coordenador do Projeto Biofitos, Evaldo Costa Batista, da Ceplac, explicou que o projeto surgiu a partir de inúmeras pesquisas que são realizadas na Ceplac e cujo objetivo é oferecer mais oportunidade para prevenção e cura de doenças através da fitoterapia. “A nossa biodiversidade presente tanto no bioma mata atlântica como na Cabruca é um tesouro medicinal que precisa ser conservado, para conseguirmos a garantia de uma qualidade de vida melhor para todos”.

​Para o coordenador, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é preciso um trabalho permanente de conscientização sobre a preservação do ecossistema e, principalmente de pesquisas como as que vêm sendo feitas. Ele informou que as espécies arbóreas arbustivas e herbáceas de valor medicinal encontradas na cabruca na Bahia representam um patrimônio cultural e fitoterápico da comunidade regional, capaz de contribuir com a economia e a qualidade de vida da sociedade.

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Texto: Rosi Barreto