Assistência Social quer Banco de Alimentos funcionando em Itabuna

19/10/2018 | Assessoria de Comunicação

A Secretária de Assistência Social (SAS) de Itabuna, Sandra Neilma Ramos Costa, está otimista com a possibilidade do funcionamento o mais rápido possível, do Banco de Alimentos (BA) no município. Durante uma videoconferência esta semana na sede da Amurc, com o presidente da Rede de Bancos Sociais do Rio Grande do Sul, Paulo Renê Bernhard, ela informou que o município já conta com uma sede do BA, no bairro Nova Ferradas, com todos os equipamentos necessários, restando apenas incentivo financeiro para seu funcionamento.

Paulo sugeriu à secretária itabunense buscar parcerias junto às instituições públicas e privadas de Itabuna, entre escolas, empresas e outros órgãos para se transformarem em apoiadores do projeto considerado de grande importância social para as famílias que vivem em situação de risco. O projeto beneficia também instituições filantrópicas que dependem da ajuda do poder publico para continuarem prestando assistência.

A videoconferência foi coordenada pelo diretor de Agricultura da Secretaria de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente (SEMA), Erlon Botelho que destacou a importância desse projeto para as famílias cadastradas na SAS e informou que o prefeito Fernando Gomes pediu o apoio da SEMA, para que o BA esteja em funcionamento o mais breve possível.

Ele adiantou que Sandra Neilma já tem audiência confirmada com Paulo Renê, para conhecer de perto o funcionamento de outros bancos de alimentos, a exemplo do implantado no Rio Grande do Sul, que faz sucesso quando se trata de assistência social juntos às instituições filantrópicas.

Erlon explicou que os bancos de alimentos têm o objetivo de angariar donativos de bens alimentares, recuperar o excedente e redistribuir entre as instituições que cuidam de crianças, doentes, idosos e famílias carentes cadastradas no município, evitando, inclusive, o desperdício ou mal uso de alimentos que podem ser reaproveitados.

O diretor de Agricultura de Itabuna reforçou ainda que os bancos alimentares não entregam a comida diretamente às pessoas necessitadas, mas sim às instituições de caridade e de ajuda social reconhecidas. “A proposta do banco de alimentos, além de recolher alimentos, por meio de ações educativas e parcerias, incentiva o fim da cultura do desperdício e ainda promove a cidadania consciente”.