Reunião debate implantação do projeto “Jardim de Mel” em Itabuna

24/07/2018 | Assessoria de Comunicação

Uma reunião realizada na última sexta-feira (20), no gabinete do presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Daniel Leão, debateu-se a implantação do projeto “Jardim de Mel” em Itabuna. O objetivo é levar abelhas para as áreas verdes da cidade e desta forma, estimular a polinização de plantas e flores, além de promover educação ambiental para a população.

Idealizado pelo engenheiro agrônomo da Ceplac, Ediney Magalhães, que participou da reunião, ao lado do diretor do Departamento Municipal de Agricultura, Erlon Botelho, e da Diretora Executiva do Instituto do Chocolate, Heloísa Pinheiro, o projeto contemplará a praça Olinto Leone e beneficiará pequenos produtores, que de forma coletiva, poderão expor seus produtos.

 O engenheiro informou que as espécies cultivadas no local não possuirão o temido ferrão. “As abelhas são classificadas como insetos sociais, e as espécies que cultivaremos na praça, além de não ter ferrões, podem ser criadas facilmente junto às pessoas e residências,” ressaltou, concluindo que o mel desse tipo de inseto é mais saboroso e valorizado no mercado.

            A praça Olinto Leone ganhará um novo “tom”, enfatizou o presidente da FICC, Daniel Leão. Ele revelou, ainda, que será preciso realizar pequenas intervenções no local, como por exemplo, reestruturação do piso, pintura, dentre outras. Para tanto, as Secretarias de Desenvolvimento Urbano e de Administração serão parceiras no projeto.

Segundo o diretor do Departamento de Agricultura, Erlon Botelho, o “Jardim de Mel”, o primeiro na Bahia, atrairá diversos turistas para Itabuna, e consequentemente, geração de renda e emprego para o município, uma vez que “pequenos produtores poderão vender seus produtos nos quiosques que ali serão montados”, afirmou.

Vale ressaltar que ações serão implementadas a fim de que a sociedade itabunense entenda o projeto e a importância das abelhas para o equilibro ambiental. De acordo com a diretora executiva do Instituto de Chocolate, Eloísa Pinheiro, “um trabalho socioeducacional e cultural será realizado dentro das escolas e nos bairros da cidade”.