Secretaria da Educação e Simpi discutem sobre função do coordenador pedagógico

02/04/2018 | Assessoria de Comunicação

A Secretaria da Educação (SEC) de Itabuna iniciou na tarde da última quarta-feira (28) uma série de discussões com dirigentes do Sindicato do Magistério Público Municipal (Simpi) e com representantes do segmento dos coordenadores pedagógicos, que atuam nas escolas da Rede Pública Municipal de Ensino. O objetivo foi democratizar o conhecimento a respeito da proposta da SEC de realizar processo seletivo para os profissionais que exercem a função, bem como ouvir e analisar as ponderações do segmento.

Segundo a secretária da Educação, Anorina Smith Lima, foram pontuadas algumas questões ligadas à nova proposta que a SEC quer instalar na Rede. “Então, diante das colocações dos coordenadores, das ponderações que foram apresentadas, nós fizemos um encaminhamento de reunirmos a equipe técnica pedagógica da Secretaria para revermos alguns pontos em relação a critérios, normas, perfil e atribuições de coordenador”, disse.

Anorina acrescentou ainda que o desejo da Secretaria da Educação é fazer um processo mais democrático possível na Rede, discutindo esses parâmetros, para que, posteriormente, possa ser feita uma cobrança mais sistematizada num processo avaliativo desses coordenadores pedagógicos.

Lembrando que, de acordo com o artigo 45 do Plano de Carreira do Magistério, a prerrogativa de indicação de profissionais para o exercício da função pertence ao titular da Secretaria da Educação, a presidente do Simpi, professora Maria do Carmo Souza Oliveira, considerou positiva e salutar a iniciativa da SEC de ouvir e dialogar com os cerca de 170 profissionais que já atuam na coordenação pedagógica.

“Houve um momento de desconforto para esse segmento, mas que hoje sentados à mesa puderam ouvir qual a proposta política-pedagógica da Secretaria, se acalmaram, tiveram uma noção. A secretária falou que não há importação de projeto de outra cidade, ao contrário, Itabuna tem profissionais competentes que podem construir qualquer proposta política-pedagógica para que seja desenvolvida pelos profissionais de ensino”, argumentou.